Aqui está mais um capitulo da fic!! Só para eu ter uma idéia de quantas pessoas estão acompanhando, poderiam comentar ou até mesmo marcar como "legal" ou "interessante" no final do post? Obrigado, aproveitem o capitulo!
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Harry olhava fixamente para a Marca Negra, comecei a me
preocupar.
– Harry, está tudo bem?
– Me diga que isso não é o que estou pensando, é Cedrico? –
Dava para ouvir o medo em sua voz.
– É exatamente o que está pensando Harry – Cedrico respondeu
olhando também para a Marca Negra. – Vamos voltar, a bagunça já acabou, lá
teremos mais explicações, pode não significar o que estamos pensando, vamos...
– Ele pegou na minha mão, peguei na de Harry e fomos voltando para o lugar do
acampamento.
Ao chegarmos lá, vimos que o lugar estava deserto. Começamos
a andar em meio às cinzas e pedaços de panos que restaram das barracas e vimos
que havia algumas pessoas um pouco mais para frente. Aproximamos-nos e vimos Cornélio
Fudge apontando sua varinha para um elfo doméstico. Arthur Weasley também
estava lá. Ninguém parecia ter notado a nossa presença.
– Diga-me de uma vez! Onde aprendeu a fazer isso? – Fudge
rosnava para o elfo que estava a sua frente.
– Eu já disse que achei a varinha aqui nesse mesmo lugar e...
– O elfo respondeu com a voz muito baixa, mas foi cortado pelo Ministro.
– Chega de mentiras! – Fudge gritou de repente e fez todos se
assustarem.
– O que está acontecendo aqui? – Fui a primeira a perguntar.
Todos os olhos se viraram na nossa direção, e foi só nesse
momento que perceberam que a nossa presença.
– Harry! Hermione! Que bom que estão bem! – Arthur correu em
nossa direção gritando – Cedrico também está com vocês! Por Merlin garotos,
onde estavam? Ficamos preocupados...
Abri a boca para responder, mas Cedrico foi mais rápido:
– Corremos daqueles caras mascarados até fundo na floresta,
quando vimos isso no céu, voltamos imediatamente. – Estava impressionada com
Cedrico, aquilo era uma tremenda mentira!
– Ah sim sim, fizeram bem... – Arthur disse – Cedrico, seu
pai está te procurando, melhor ir para sua casa.
– Tudo bem, obrigado Arthur – Cedrico acenou para ele, pegou
minha mão e a beijou – Nos vemos em Hogwarts, lá te explico tudo... Tchau
Harry! Foi um prazer conhecer vocês – Depois disso ele simplesmente sumiu da
onde estava. Havia aparatado.
– Bom, crianças, vamos, os outros estão esperando n’A Toca –
Arthur nos pegou pelo braço – Adeus Cornélio.
Olhei com mais atenção a cena antes de seguir Arthur, o
Ministro da Magia ainda apontava sua varinha para o elfo. Espere, eu conhecia
aquele elfo! Era Winky!
– Espere! Ministro, o que está fazendo com Winky? – Perguntei
– Nada que seja da sua conta garota, Arthur, leve-os embora
daqui logo – Cornélio rosnou para o Sr Weasley.
– Mas... – Comecei a dizer, mas o Ministro me cortou.
– Ela está sendo acusada! Foi encontrada segurando uma
varinha, a varinha usada para conjurar a Marca Negra! Ela não está querendo
dizer de quem roubou, mas acho que uns meses em Askaban irão fazê-la abrir o
bico – Fudge sorriu maliciosamente.
Olhei para Winky, ela exibia um olhar um pânico, Sr Weasley
tentava me puxar pelo braço, mas eu não saia do lugar. Foi ai que ele apareceu.
Surgiu de dentro da floresta.
– Não foi ela – Victor Krum dizia enquanto se aproximava do
Ministro – Eu estava com ela na floresta quando a Marca apareceu no céu, assim
que a viu, Winky entrou em pânico e voltou correndo para cá.
O Ministro encarava Krum, que devolvia o olhar duramente.
Depois de alguns minutos Fudge abaixou a varinha.
– Bom, se é Victor Krum que está dizendo, então deve ser
verdade... Bartô você poderia pegar sua elfo e voltar para casa? – Um homem que
estava em volta do Ministro foi à frente pegou na mão de Winky e foi embora
gritando de como ela pôde fazer isso com ele e com sua família, que era uma
vergonha – Weasley, leve Harry e a garota enxerida para casa – Assim que disse
isso, desapareceu, como Cedrico.
Victor se aproximou de nós, pegou minha mão e a beijou, como
Cedrico havia feito um pouco antes.
– Prazer, sou Victor Krum
– Ahn... é... – Não conseguia falar nada, enfim tomei coragem
e respondi – Sou Hermione Granger, o prazer é todo meu – Victor sorriu.
– Harry Potter! É um prazer finalmente conhecê-lo! – Krum
disse, apertando a mão de Harry.
– O prazer é meu, Krum – Harry disse apertando a mão dele de
volta.
– Sou Arthur Weasley – O Sr Weasley disse quando eles
soltaram as mãos – Vamos crianças, Molly deve estar preocupada já!
– Tchau! – Eu e Harry dissemos a Victor e saímos andando.
Quando estávamos quase chegando na nossa chave do portal,
Krum gritou de longe:
– Nos vemos quando as aulas começaram! – E depois disso, saiu
andando pelo caminho oposto que havíamos tomado.
Não entendi o que significava aquilo. Quero dizer, nós
estudamos em Hogwarts e ele em Durmstrang, não nos encontraríamos quando as
aulas começassem.
Segurei na chave do portal e, quando chegamos n’A Toca, fui correndo contar para Gina que havia
conhecido o amor de sua vida, só não contei o que havia acontecido na casa, com
Draco, pelo menos não a história toda...

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